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2.0, 2.1, 5.1, 7.1?

Quais as diferenças entre áudio 2.0, 2.1, 5.1 e 7.1?

Os  números referem-se aos canais que distribuem o som, e a intenção é tornar a  experiência em filmes cada vez mais realista.

Ao comprar um aparelho de som ou home theater, muitas vezes nos deparamos com  alguns números estranhos, como 2.0, 5.1 e agora até mesmo o 7.1. Você sabe o que  esses valores significam e os motivos pelos quais são atribuídos aos  aparelhos?

Neste artigo vamos explicar um pouco mais sobre os canais que compõem um  sistema de som comum ou um home theater, e o que cada um dos valores mencionados  influencia no geral, além de indicações sobre qual deles comprar dependendo do  perfil de usuário em que você se enquadra.

Mono, estéreo e canais de  áudio

A definição mais básica para canais de áudio são fontes sonoras independentes  em um mesmo sistema. O padrão monofônico, abreviado para mono, contava com  apenas um canal, embora fosse possível ter diversas caixas atuando nele. O  grande problema é que todas elas emitiam exatamente as mesmas frequências.

Com a chegada do sistema estéreo, a percepção sonora em músicas e filmes  mudou drasticamente. A partir desse momento, era possível dividir os diferentes  sons pelas caixas, tornando a experiência mais próxima do que presenciamos em  nossa realidade.

2.0,  2.1, 5.1, 7.1?

Se você não sabe muito bem o que esses números dizem, não se preocupe, é bem  mais simples do que parece. O número que fica à esquerda do ponto descreve  quantos falantes comuns o sistema possui. O melhor exemplo disso são os  aparelhos de som comuns para ouvir música, como os microsystems, que utilizam  dois canais distintos de áudio.

Já o algarismo à direita do ponto descreve o número de subwoofers presentes,  que são caixas de som especialmente desenvolvidas para a reprodução de  frequências muito baixas, os famosos graves. Este tipo de caixa sempre foi muito  conhecido por quem lida com equipamento de som automotivo.

Em um home theater 5.1, por exemplo, temos então 5 canais para caixas de som  comuns, que geram sons médios e agudos, além de um subwoofer para os graves. A  mesma nomenclatura é aplicada ao 7.1, padrão que começará a se popularizar com a  entrada dos leitores de Blu-ray no mercado. O vídeo abaixo mostra um pouco dessa  evolução, desde a invenção dos primeiros televisores.

ASSISTA O VÍDEO:

http://www.youtube.com/watch?v=LMLjAEG9-fM&feature=player_embedded#t=0

E para que servem tantas  caixas de som?

Outra dúvida muito comum dos usuários é a real função de um sistema mais  completo de som, como o 5.1. Antes de explicar como ele funciona, dê uma olhada  na imagem abaixo, que mostra a disposição das caixas em uma sala.

Você pode conferir que há uma caixa frontal no centro dela e mais duas  frontais ao lado. Também há mais outras duas na parte de trás da sala, fechando  o sistema como se fosse um quadrado. O subwoofer também fica ao centro e comanda  todos os sons graves do sistema.

Realidade  sonora

O grande objetivo da disposição das caixas dessa forma é proporcionar um  ambiente sonoro mais realista ao assistir a um filme. Quando um helicóptero  atravessa o céu, por exemplo, é possível perceber a sua trajetória, passando  pelas caixas de trás e indo até a frente do sistema, de um modo que já  conhecemos há algum tempo nos cinemas. Mesmo se você estivesse de olhos fechados  durante a cena, saberia de onde ele veio e para onde foi.

Outro exemplo interessante é em filmes de guerra, como as batalhas medievais  repletas de gritos e golpes para todos os lados. Em um sistema 5.1, o espectador  fica envolvido no combate, percebendo os sons que vêm de diferentes direções  dentro dele, o que torna a experiência do filme ainda mais agradável.

7.1 e  o Blu-ray

Com a chegada do novo tipo de mídia ao mercado, os filmes em Blu-ray agora  são capazes de reproduzir tudo o que acontece em sete canais distintos. Vale  lembrar que você precisa de um aparelho compatível com o sistema 7.1 para  instalá-lo corretamente, não adianta nada comprar um home theater maior do que  suas possibilidades de reprodução.

Além disso, é necessário ter um ambiente realmente muito grande parar  aproveitar bem o sistema 7.1. Se você não tem uma sala enorme, é preferível  manter o padrão 5.1 para os seus filmes, o que, além de mais barato, propiciará  um resultado geral melhor ainda.

A evolução não  para!

Se você acha que esses padrões já são o que temos de melhor em questão de  qualidade sonora, conheça o nosso artigo sobre o Super Hi-Vision, um novo sistema que promete revolucionar o  que conhecemos em áudio e vídeo. Nele, o padrão adotado até agora é de 22.2, ou  seja, 24 falantes atuando em um único sistema.

O fato é que o entretenimento visual e sonoro sempre foi um dos pontos mais bem  explorados pela tecnologia. Assistir a vídeos de alta definição enquanto o som  preenche o ambiente com realismo é algo relativamente novo em nossas vidas, mas  que veio para ficar. E você, o que pensa a respeito do tema? Contamos com  a sua opinião!